Contas a receber na IFRS para PMEs: inadimplência, perdas e risco de crédito

O cliente deve R$ 500 mil, mas a empresa vai receber tudo? Contas a receber podem inflar a percepção sobre o patrimônio

Vendas realizadas não significam caixa garantido: idade dos recebíveis, renegociações, concentração e risco de crédito ajudam a mostrar quanto do ativo registrado ainda possui qualidade econômica

Por Cleiton Celini e Gledson Alves, sócios e contadores da AUDICONT Contabilidade

Uma empresa encerra o mês com R$ 3 milhões registrados em contas a receber.

Para quem olha apenas o balanço, o número pode transmitir segurança. São direitos contra clientes que, em princípio, deverão se transformar em caixa.

Mas a carteira detalhada conta outra história.

R$ 1,8 milhão ainda está dentro do prazo. R$ 500 mil venceu há menos de 30 dias. R$ 300 mil está atrasado há mais de 90 dias. Outros R$ 250 mil foram renegociados e R$ 150 mil pertencem a um cliente que enfrenta dificuldades financeiras.

O saldo bruto continua sendo R$ 3 milhões.

A qualidade econômica desse ativo, porém, já não é a mesma.

Essa diferença é central para empresários que acompanham vendas, lucro e patrimônio, mas não observam com a mesma atenção quanto do faturamento efetivamente está se transformando em caixa.

A terceira edição da IFRS para PMEs reforça essa discussão ao reorganizar os requisitos sobre instrumentos financeiros na Seção 11 e ampliar informações relacionadas aos riscos de crédito e liquidez. A nova edição tem vigência internacional para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2027.

Esta é a quarta matéria do cluster IFRS para PMEs 2027. A série começou com a visão geral das mudanças, avançou para o reconhecimento das receitas e, depois, mostrou por que ERP, contratos e dados precisam estar integrados ao fechamento.

Agora, a pergunta muda:

depois que a receita foi reconhecida e o cliente passou a dever, quanto desse direito realmente possui qualidade para permanecer no ativo?

Contas a receber não são apenas “dinheiro que ainda vai entrar”

Para a gestão financeira, é comum interpretar contas a receber como a soma de valores pendentes dos clientes.

Contabilmente, existe uma dimensão adicional.

Um direito contratual de receber caixa pode caracterizar um ativo financeiro. A nova Seção 11 da terceira edição da IFRS para PMEs reúne em uma única estrutura requisitos de reconhecimento, mensuração e divulgação relacionados aos instrumentos financeiros.

Na prática, isso significa que não basta perguntar:

Quanto os clientes devem?

Também é necessário perguntar:

Qual é a possibilidade real de transformar esses valores em caixa nas condições esperadas?

Essa segunda pergunta muda a qualidade da análise.

R$ 1 milhão a receber de clientes diferentes não representa necessariamente o mesmo risco

Considere duas empresas.

Empresa A

Possui R$ 1 milhão a receber de 400 clientes, com histórico estável de pagamentos e baixa concentração.

Empresa B

Também possui R$ 1 milhão a receber, mas R$ 600 mil pertencem a apenas dois clientes, sendo um deles responsável por atrasos recorrentes.

No balanço, o saldo bruto é idêntico.

Economicamente, o risco é diferente.

A Empresa B possui maior exposição à concentração. Se um dos principais clientes deixar de pagar, uma parcela relevante do ativo poderá ser comprometida.

Esse exemplo mostra por que o valor nominal da carteira não conta toda a história.

Faturamento pode crescer enquanto o caixa piora

Essa situação é especialmente perigosa porque crescimento comercial costuma ser interpretado como sinal de saúde empresarial.

Imagine:

Indicador

Ano 1

Ano 2

Receita

R$ 10 milhões

R$ 13 milhões

Contas a receber

R$ 1 milhão

R$ 3 milhões

A receita aumentou 30%.

O contas a receber cresceu 200%.

Isso não significa automaticamente que existe problema. Parte da diferença pode decorrer de vendas realizadas próximo ao encerramento do período ou de mudanças legítimas nas condições comerciais.

Mas o movimento exige investigação.

Pode estar relacionado a:

  • prazos maiores;
  • aumento da inadimplência;
  • crescimento da venda a prazo;
  • clientes de maior porte;
  • renegociações;
  • problemas de cobrança;
  • concentração da carteira.

O faturamento cresceu.

A conversão em caixa pode não ter acompanhado.

Prazo médio de recebimento ajuda a enxergar essa diferença

Um indicador gerencial útil é o prazo médio de recebimento.

Uma fórmula simplificada é:

Prazo médio de recebimento = Contas a receber médio ÷ Vendas a prazo × número de dias do período

Considere:

Contas a receber médio: R$ 2 milhões
Vendas anuais a prazo: R$ 12 milhões

Aplicando 365 dias:

R$ 2.000.000 ÷ R$ 12.000.000 × 365 = aproximadamente 61 dias

Isso indica que, em média, a empresa demora cerca de 61 dias para converter suas vendas a prazo em recebimento.

O número isolado não deve ser classificado como bom ou ruim.

É necessário compará-lo com:

  • histórico da própria empresa;
  • setor;
  • política comercial;
  • prazo médio concedido aos clientes;
  • prazo obtido com fornecedores;
  • necessidade de capital de giro.

Uma companhia que recebe em aproximadamente 60 dias, mas paga praticamente toda sua estrutura em 20, precisa financiar parte desse intervalo.

A idade da carteira conta uma história que o saldo total esconde

Uma ferramenta simples e poderosa é o relatório de aging, ou envelhecimento dos recebíveis.

Considere:

Faixa

Saldo

Participação

A vencer

R$ 1.800.000

60,0%

Vencidos de 1 a 30 dias

R$ 500.000

16,7%

Vencidos de 31 a 60 dias

R$ 200.000

6,7%

Vencidos de 61 a 90 dias

R$ 100.000

3,3%

Vencidos acima de 90 dias

R$ 400.000

13,3%

Total

R$ 3.000.000

100%

Agora o empresário sabe mais do que simplesmente:

Contas a receber = R$ 3 milhões

Ele sabe que R$ 400 mil já ultrapassaram 90 dias de atraso.

Mais importante ainda é acompanhar a evolução.

Se essa faixa representava 3% da carteira seis meses atrás e agora representa 13,3%, existe uma deterioração que merece atenção mesmo que o faturamento continue crescendo.

A terceira edição da IFRS para PMEs acrescenta divulgações relacionadas à idade de determinados ativos financeiros justamente para ampliar a compreensão sobre exposição ao risco de crédito.

Atraso, perda contábil e baixa definitiva não são a mesma coisa

Essa distinção é fundamental.

Atraso

O cliente deixou de pagar na data combinada.

Isso, isoladamente, não significa que todo o recebível seja irrecuperável.

Deterioração ou impairment

Existem fatos que indicam que a recuperabilidade do ativo precisa ser avaliada e, conforme os critérios aplicáveis, seu valor contábil pode precisar refletir uma perda.

Baixa definitiva

O direito deixa de permanecer reconhecido quando os critérios aplicáveis para sua baixa forem atendidos.

Esses eventos podem acontecer em momentos diferentes.

Esperar até a empresa concluir que “nunca mais receberá” para iniciar qualquer análise pode fazer com que um ativo permaneça no balanço por valor superior ao economicamente recuperável.

Impairment pode ser entendido com uma pergunta simples

O termo técnico parece complexo, mas sua lógica empresarial é direta:

Esse ativo ainda vale contabilmente aquilo que está registrado?

Considere uma conta a receber de R$ 500 mil.

O cliente passa por grave crise financeira, interrompe pagamentos e inicia negociação com seus principais credores.

Ainda existe um direito de receber.

Mas as novas evidências podem exigir avaliação sobre quanto desse valor continua recuperável.

Se uma perda aplicável não for refletida quando necessária, a empresa poderá apresentar:

  • ativo maior;
  • patrimônio líquido maior;
  • resultado melhor;

do que a realidade econômica suporta.

A terceira edição preservou simplificação importante para as PMEs

Na revisão da Seção 11, o IASB decidiu manter para determinados ativos financeiros mensurados ao custo amortizado a abordagem simplificada baseada em perdas incorridas, em vez de transplantar integralmente para a IFRS para PMEs o modelo de perdas de crédito esperadas da IFRS 9 utilizado nas normas completas.

Essa decisão segue uma característica central da norma para PMEs: equilibrar relevância da informação, representação adequada e custo de preparação das demonstrações.

Isso não significa que a recuperabilidade possa ser ignorada.

Significa que a norma internacional simplificada possui seu próprio modelo.

Renegociar a dívida não apaga o histórico de inadimplência

Imagine um cliente com R$ 300 mil vencidos há seis meses.

Depois de várias cobranças, as partes renegociam o saldo em 12 parcelas.

O ERP altera os vencimentos e passa a mostrar todas as parcelas como futuras.

Visualmente, o relatório volta a parecer saudável.

Mas economicamente aconteceu algo importante:

o cliente não cumpriu as condições originais.

Essa informação não deveria desaparecer.

Uma renegociação pode ser perfeitamente legítima e aumentar as chances de recebimento.

Mas, para analisar risco, o histórico anterior continua relevante.

O ERP precisa preservar mais do que o novo vencimento

Essa é a conexão com a matéria anterior do cluster.

Um sistema estruturado deveria permitir recuperar:

  • vencimento original;
  • novo vencimento;
  • número de renegociações;
  • pagamentos parciais;
  • atrasos anteriores;
  • histórico do cliente;
  • baixas;
  • acordos realizados.

Sem essa trilha, uma carteira que parece nova pode conter valores renegociados repetidas vezes.

É por isso que melhorar o ERP não significa apenas automatizar lançamentos.

Significa preservar contexto.

Concentração pode transformar um único cliente em risco para toda a empresa

Imagine uma carteira de R$ 4 milhões.

Um único cliente representa R$ 1,6 milhão.

A concentração é de:

R$ 1.600.000 ÷ R$ 4.000.000 × 100 = 40%

Quatro de cada dez reais a receber dependem de uma única contraparte.

Se esse cliente atrasar, a consequência pode atingir:

  • caixa;
  • pagamento de fornecedores;
  • folha;
  • investimentos;
  • necessidade de crédito;
  • capital de giro.

Esse risco existe mesmo antes de qualquer inadimplência.

Por isso, concentração precisa fazer parte da análise da carteira.

O comercial influencia diretamente a qualidade desse ativo

Se vendedores forem avaliados exclusivamente pelo faturamento, podem existir incentivos para conceder:

  • prazos maiores;
  • limites elevados;
  • descontos;
  • exceções;
  • vendas a clientes de maior risco.

A receita aparece imediatamente nos relatórios.

A deterioração do caixa aparece depois.

É por isso que política de vendas e política de crédito não deveriam funcionar separadamente.

Uma empresa pode acompanhar critérios como:

  • limite por cliente;
  • prazo máximo;
  • histórico;
  • concentração;
  • garantias;
  • aprovação de exceções.

A qualidade do contas a receber começa antes da emissão da cobrança.

Inadimplência pode transformar crescimento em dívida bancária

Esse encadeamento é frequente.

Primeiro:

“As vendas cresceram.”

Depois:

“Os clientes estão demorando mais para pagar.”

Em seguida:

“Precisamos aumentar o limite bancário.”

Por fim:

“As despesas financeiras cresceram.”

A empresa aumentou a receita, mas precisou financiar o próprio crescimento.

Isso ocorre porque despesas operacionais não aguardam necessariamente o recebimento dos clientes.

A companhia precisa pagar:

  • empregados;
  • fornecedores;
  • aluguel;
  • serviços;
  • obrigações correntes;

enquanto parte do faturamento permanece em aberto.

Contas a receber e empréstimos precisam ser analisados juntos

Imagine:

Recebimentos previstos nos próximos 30 dias: R$ 600 mil
Pagamentos e obrigações no mesmo período: R$ 850 mil

A diferença é:

R$ 250 mil negativos

A empresa precisará:

  • utilizar caixa existente;
  • antecipar recebíveis;
  • renegociar pagamentos;
  • buscar financiamento;
  • gerar outras entradas.

Agora acrescente mais uma variável:

dos R$ 600 mil previstos, R$ 200 mil pertencem a clientes com histórico de atraso.

A pressão potencial aumenta.

É por isso que previsão de recebimento precisa considerar também a qualidade da carteira.

A Seção 11 também amplia informações sobre liquidez

As mudanças internacionais não estão concentradas apenas nos ativos.

A terceira edição acrescenta informações sobre vencimentos de passivos financeiros, permitindo aos usuários compreender melhor o risco de liquidez e os fluxos de caixa esperados.

Na prática, isso aproxima duas agendas fundamentais:

quando o cliente deve pagar

e

quando a empresa terá de pagar.

Essa comparação ajuda a antecipar pressão financeira.

O balanço pode mostrar liquidez que não existe na prática

Imagine:

Ativo circulante: R$ 5 milhões
Passivo circulante: R$ 3,5 milhões

A liquidez corrente simplificada seria:

R$ 5 milhões ÷ R$ 3,5 milhões = 1,43

À primeira vista, existe mais ativo circulante do que obrigações de curto prazo.

Mas dentro dos R$ 5 milhões há R$ 2,5 milhões de contas a receber.

Se uma parcela relevante estiver vencida ou apresentar baixa recuperabilidade, a leitura do indicador precisa ser qualificada.

Liquidez contábil não significa necessariamente disponibilidade imediata de dinheiro.

Sinais de que a carteira merece revisão

Sinal observado

O que investigar

Contas a receber crescem mais que as vendas

Prazo, inadimplência ou concentração

Valores acima de 90 dias aumentam

Recuperabilidade

Renegociações tornam-se frequentes

Qualidade da carteira

Poucos clientes concentram grande saldo

Risco de contraparte

ERP altera vencimentos sem preservar histórico

Aging pode ficar artificialmente melhor

Comercial concede exceções sem política definida

Risco de crédito

Recebíveis antigos permanecem sem movimentação

Existência e recuperação

Empresa aumenta dívida bancária enquanto vendas crescem

Conversão de receita em caixa

Na avaliação de Cleiton Celini e Gledson Alves, sócios e contadores da AUDICONT Contabilidade, o contas a receber não deve ser analisado apenas pelo saldo apresentado no ativo. Idade da carteira, concentração, renegociações e capacidade de recuperação ajudam a revelar a qualidade econômica desses direitos. Uma empresa pode aumentar vendas e lucro e, simultaneamente, deteriorar sua geração de caixa se uma parcela crescente do faturamento permanecer sem recebimento.

Bancos também querem saber quem deve à empresa

Em uma análise de crédito, um contas a receber elevado pode ser positivo.

Mas a instituição financeira pode investigar:

  • composição;
  • concentração;
  • atraso;
  • histórico de perdas;
  • principais devedores;
  • renegociações;
  • garantias.

Uma carteira pulverizada e saudável tende a apresentar característica econômica diferente de outra concentrada e envelhecida.

Isso pode influenciar:

  • limite de crédito;
  • garantias;
  • antecipação de recebíveis;
  • custo financeiro;
  • covenants.

O mesmo vale para valuation e venda da empresa

Em uma due diligence, o comprador não costuma olhar apenas o saldo contábil dos clientes.

Pode analisar quais valores realmente deverão se converter em caixa.

Imagine uma empresa sendo vendida com R$ 5 milhões em contas a receber.

Durante a diligência, verifica-se que R$ 1 milhão está vencido há mais de 180 dias.

O comprador pode questionar se os R$ 5 milhões possuem integralmente o mesmo valor econômico.

Isso pode influenciar:

  • capital de giro normalizado;
  • preço;
  • mecanismos de ajuste;
  • garantias do vendedor.

A qualidade da carteira se transforma, portanto, em questão patrimonial.

A empresa pode começar sem nenhuma mudança sofisticada

Uma revisão inicial pode responder a dez perguntas:

  1. Quanto do contas a receber está vencido?
  2. Quanto está acima de 90 dias?
  3. Qual é o maior cliente da carteira?
  4. Qual percentual ele representa?
  5. Quanto foi renegociado?
  6. O ERP preserva os vencimentos originais?
  7. Existem saldos antigos sem movimentação?
  8. O contas a receber cresce mais rápido que as vendas?
  9. Qual é o prazo médio efetivo de recebimento?
  10. A contabilidade recebe a carteira detalhada por cliente e idade?

Não é necessário esperar uma alteração normativa para fazer essa análise.

Ela já melhora a gestão atual.

A terceira edição internacional ainda não substitui automaticamente as NBC brasileiras

A terceira edição da IFRS para PMEs foi emitida pelo IASB em 2025 e possui aplicação internacional para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2027.

No Brasil, entretanto, as empresas precisam observar a estrutura normativa emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade e o enquadramento aplicável. O CFC mantém, entre suas referências, a NBC TG 1000 (R1), a NBC TG 1001, a NBC TG 1002 e a ITG 1000 para diferentes situações.

Portanto, esta série não parte da premissa de que todas as empresas brasileiras aplicarão automaticamente a terceira edição em 1º de janeiro de 2027.

A análise das mudanças internacionais serve também para antecipar tendências, compreender conceitos e melhorar controles que já possuem valor gerencial hoje.

FAQ

1. Contas a receber são instrumentos financeiros?

Um direito contratual de receber caixa pode caracterizar um ativo financeiro e, conforme a norma aplicável, integrar o tratamento de instrumentos financeiros.

2. Um cliente atrasado deve ser tratado imediatamente como perda?

Não automaticamente. O atraso é uma informação relevante, mas a avaliação contábil depende das evidências disponíveis e dos critérios de recuperabilidade aplicáveis.

3. Por que separar os recebíveis por idade?

Porque a análise por vencimento ajuda a identificar deterioração da carteira e exposição ao risco de crédito. A terceira edição da IFRS para PMEs adiciona divulgações relacionadas à idade de determinados ativos financeiros.

4. Contas a receber podem crescer e isso ser ruim?

Podem. Quando crescem muito mais rapidamente do que as vendas, pode existir aumento de prazo, concentração, atrasos ou inadimplência. A causa precisa ser investigada.

5. O que mudou na Seção 11 da terceira edição da IFRS para PMEs?

A revisão concentra os requisitos sobre instrumentos financeiros na Seção 11 e acrescenta, entre outros pontos, novas informações relacionadas aos riscos de crédito e liquidez.

6. A terceira edição da IFRS para PMEs já é obrigatória para todas as empresas brasileiras?

Não. A vigência internacional da terceira edição não substitui automaticamente as Normas Brasileiras de Contabilidade. A empresa precisa observar seu enquadramento e as normas emitidas pelo CFC.

Fontes consultadas

  • IFRS Foundation - Module 11: Financial Instruments, material educacional oficial da terceira edição da IFRS for SMEs Accounting Standard. Conferência em 18/08/2026.
  • IFRS Foundation - Overview of amendments to Section 11 Financial Instruments, com as principais alterações e novas divulgações relacionadas a crédito e liquidez. Conferência em 18/08/2026.
  • IFRS Foundation - June 2025 IFRS for SMEs Accounting Standard Update, com explicação do tratamento dos instrumentos financeiros e abordagem adotada pelo IASB. Conferência em 18/08/2026.
  • IFRS Foundation - March 2025 IFRS for SMEs Accounting Standard Update, com resumo das principais mudanças da terceira edição. Conferência em 18/08/2026.
  • Conselho Federal de Contabilidade - Normas Simplificadas para PMEs, com a estrutura normativa brasileira aplicável aos diferentes grupos de entidades. Conferência em 18/08/2026.
  • Conselho Federal de Contabilidade - Curso de Contabilidade para MPE, com referência à NBC TG 1000 (R1), NBC TG 1001, NBC TG 1002 e ITG 1000. Conferência em 18/08/2026.